“Não te esqueças de sentir”

Por em 28 de Março de 2017
DR

Não te esqueças de sentir” apresentado na Biblioteca Municipal de Reguengos.

A escritora Marta Prates apresentou o seu livro “Não te esqueças de sentir” no passado dia 25 de março, na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz. Natural de Évora e residente em Reguengos de Monsaraz, Marta Prates editou esta sua primeira obra com a chancela da Chiado Editora na sequência de um prémio obtido numa prova de escrita criativa promovida pelo escritor Pedro Chagas Freitas.
“Não te esqueças de sentir” é um livro sobre a diversidade da vida, com contos curtos e, muitas vezes, de fins inesperados. A escritora diz que “estes textos nasceram devagar, demoraram tanto tempo a aparecer quanto eu própria demorei a encontrar-me, mas sempre estiveram cá, atentos, na forma de letras feitas sentinelas à espera do dia certo. Por fim esse dia surgiu e as palavras mostraram-se, senhoras de vontade própria fizeram-se histórias de gente e de sentir, pedaços desse lugar imenso que é a vida onde todos somos desalinho e paz, silêncio e tantos mundos, mar adentro e terra à vista”.
Marta Prates descreve-se: “Sou das palavras, da brisa fresca e do branco, do sono, do rir, dos amigos e das conversas regadas a música, sou de ler e de gostar e de sonhar. Sou da beleza, da cor e do amor, da vida e de viver, por tudo e por nada. Psicóloga de profissão, tenho nos afetos a soma dos dias e nas emoções fonte infinita de inspiração. Sou de amores longos, das minhas filhas, da meditação e do cheiro a terra molhada. Sou de escrever e quando escrevo viajo para um mundo de lugares e sentires de onde custo a regressar. Preparei-me desde sempre para a escrita e a escrita veio ao meu encontro à hora marcada. Aqui estou.”
O próximo livro da escritora vai ser um romance intenso e profundo do ponto de vista da pertença a um lugar, a uma terra, a uma família. Marta Prates trabalha atualmente nesse novo projeto que terá muito de Alentejo porque é o seu chão, de mundo porque adora viajar e foi guardando em si tanto que merece ser contado, e, claro, terá muitas histórias com gente dentro, pois as suas emoções e a soma dos seus afetos são a principal matéria-prima da autora

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