ROMPER COM A POLÍTICA DE DIREITA

Por em 28 de Fevereiro de 2015

ROMPER COM A POLÍTICA DE DIREITA
CONSTRUIR UMA POLÍTICA PATRIÓTICA E DE ESQUERDA

A política de exploração e empobrecimento do governo tem conduzido às situações de pobreza e exclusão social que atingem cada vez mais famílias no distrito. Esta situação é fruto da política de direita praticada há mais de três décadas pelos sucessivos governos.

O actual Governo do PSD/CDS-PP prolongou e intensificou a ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, acentuando a quebra do rendimento disponível quer por via do congelamento e redução nominal dos salários e pensões, quer ainda, pelo agravamento da tributação fiscal e imposição de taxas contributivas sobre os salários, pensões e outros rendimentos das famílias.

Os graves problemas que afectam os trabalhadores e o povo fazem-se sentir em todas as esferas das suas vidas e são o resultado da política de direita que promove os despedimentos em massa, destrói o aparelho produtivo. Isto tem implicações no aumento do desemprego e que já atinge mais de 20 mil trabalhadores no distrito e com a redução do subsídio de desemprego e de outras prestações sociais, têm um efeito cumulativo negativo sobre a vida das pessoas.

Esta é uma realidade que se vive no distrito e país, ficando assim demonstrado como eram falsas as promessas do Governo, quando afirmava que ia proceder a uma viragem nas opções políticas e nas medidas de “austeridade”, após a anunciada saída da troica. O Governo não só impõe a continuação da política de direita, como mantém e agrava os sacrifícios, projectando uma nova fase da ofensiva, assente num feroz ataque às instituições democráticas do Estado e à própria Constituição da República, com o objectivo de intensificar ainda mais a exploração dos trabalhadores e aumentar o empobrecimento do povo.

Neste quadro, a situação social que se vive na região, a par da que se vive no País impõe uma rotura com a política de direita, na construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, nos valores de Abril.

A esta política os trabalhadores e as populações têm dito basta, com a sua luta, quer nas empresas e locais de trabalho, quer nas aldeias, vilas e cidades deste distrito, em defesa dos seus direitos laborais, sociais e serviços públicos.

Uma luta que vai continuar no plano dos locais de trabalho e sectores de actividade, nomeadamente as lutas já agendadas como a Greve Nacional da Administração Pública a 13 Março.

Uma luta que contará com a convergência dos trabalhadores de todos os sectores, com reformados, desempregados e outras camadas da população e que vai ter expressão na acção nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 7 de Março, com manifestação às 10 horas, na Praça 1º Maio, em Évora, e no dia 8 Março, Dia Internacional da Mulher, com um almoço distrital em Évora.

Válter Loios
Assistente Operacional

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