40 ano de CDS/PP no Alentejo

Por em 20 de Julho de 2015

O vice-primeiro-ministro e presidente do CDS-PP mostrou-se orgulhoso com o que os portugueses conseguiram nos últimos quatros anos, mas alertou que “é preciso proteger” o

O líder centrista discursava, na sexta-feira à noite, em Évora, no final de um jantar comemorativo dos 40 anos do CDS-PP no Alentejo, com a participação de militantes do partido dos três distritos da região.

Num discurso de quase uma hora, em que destacou a melhoria dos principais indicadores económicos, Paulo Portas afirmou que se o país tivesse “seguido a opinião do PS”, a troika ainda estava em Portugal “a coordenador as políticas de um país soberano há nove séculos”.

Portas salientou que “Portugal livrou-se da troika quando foi contratualmente possível, não pediu mais dinheiro, não pediu mais tempo, não teve segundo resgate e não teve programa cautelar”, além de registar “crescimento da economia, investimento a disparar, exportações a crescer e criação de emprego a melhorar progressivamente”.

Entre outros dados, Paulo Portas referiu que “a Grécia, há seis meses, tinha crescimento económico previsto para 2015, neste momento, tem previsão de recessão” e que “estava a negociar um programa cautelar para sair do ajustamento, agora acaba de pedir o terceiro resgate”.

“Vejam bem as consequências dos erros, das opções ou das ilusões. Cada um chame o que entender, eu respeito a soberania alheia, mas a atitude que os portugueses tiveram dá-lhes direito a pensar no futuro de uma forma completamente diferente”, concluiu.

Na foto um dos rostos mais carismáticos do CDS/PP, na região Alentejo, o Agrónomo Luís Pedro Dargent.

Na sua intervenção, das mais escutadas na noite das comemoração dos quarenta anos de CDS na região, Dargent fez um discurso pleno de garra e com o sentimento de quem ao longo de 40 anos de luta, em tempos nem sempre fáceis para o partido de Paulo Portas, deu com elevada dignidade e sentido de responsabilidade e ética social o “peito às balas”, de forma abnegada, sempre em nome do sector da agricultura e dos bejenses, ora como dirigente na administração pública, autarca e líder partidário.

Um “Senhor e um exemplo” como refere fonte próxima do dirigente.

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