16 milhões para tratar dos lixos

Por em 20 de Outubro de 2011

Uma nova central de tratamento mecânico e biológico de compostagem começou a ser construída em Évora para tratar os resíduos sólidos urbanos de 19 concelhos do Alentejo, num investimento de 16 milhões de euros.
Desenvolvida em conjunto pelas empresas intermunicipais GESAMB e Resialentejo e pela Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), a unidade, a construir na área do aterro de Évora, vai ter uma capacidade de tratamento de cerca de 113 mil toneladas por ano de resíduos sólidos urbanos.
De acordo com a directora geral da GESAMB, Cátia Borges, a central vai permitir a separação dos vários tipos de materiais dos resíduos indiferenciados, reencaminhando os plásticos para reciclagem e os restos de comida para produzir composto.
“Muito deste resíduo é água que acaba, neste processo, por evaporar-se, o que permite reduzir para cerca de metade aquilo que neste momento se está a depositar em aterro”.
No final do processo, acrescentou, o refugo deste tratamento mecânico e biológico, que já não vai para o composto nem para reciclagem, pode ser aproveitado para produzir combustível derivado de resíduos.
Desta forma, só 25% do lixo será depositado em aterro.

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